segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
No sábado estive no sítio certo à hora certa. Estive onde precisavam de mim.
Depois destas coisas acabo, normalmente, com a sensação de que antes de estar a ajudar os outros estou a ajudar-me. Melhora o meu amor próprio, faz-me sentir uma pessoa melhor e isso aumenta a minha boa disposição. Como fico mais bem disposta, a minha relação com os outros também melhora.
Entre as pessoas que estavam a ajudar no Banco Alimentar, existia uma convicção forte de estarmos a fazer a coisa certa e isso É LINDO! Pessoas completamente estranhas, a agir em conjunto independentemente de classes sociais, estatutos, idades... e isso faz-me ter a certeza que basta de peneiras!, vamos arregaçar as mangas e construir o Mundo como o sonhamos! Só depende de nós.
Recomendo a toda a gente que participe nestas acções. Organizar um grupo de amigos para ajudarem todos juntos é uma ideia fantástica e uma óptima maneira de passar tempo de qualidade!
Eu própria tenciono começar a dar mais uns bocadinhos do meu tempo ao voluntariado, já que não sou muito adepta de chats nem de redes sociais.
Ajudei no Banco Alimentar, fiz apenas a minha parte.
Só mais uma coisinha:
O meu namorado também participou, e ver o entusiasmo na cara dele, entusiasmou-me mais ainda e enquanto me lembrar do brilho daqueles olhos a salvar o Mundo, vou ser sempre muito feliz e orgulhosa do Bom Homem com quem tenho o prazer de partilhar a cama algumas noites. ;)
Depois destas coisas acabo, normalmente, com a sensação de que antes de estar a ajudar os outros estou a ajudar-me. Melhora o meu amor próprio, faz-me sentir uma pessoa melhor e isso aumenta a minha boa disposição. Como fico mais bem disposta, a minha relação com os outros também melhora.
Entre as pessoas que estavam a ajudar no Banco Alimentar, existia uma convicção forte de estarmos a fazer a coisa certa e isso É LINDO! Pessoas completamente estranhas, a agir em conjunto independentemente de classes sociais, estatutos, idades... e isso faz-me ter a certeza que basta de peneiras!, vamos arregaçar as mangas e construir o Mundo como o sonhamos! Só depende de nós.
Recomendo a toda a gente que participe nestas acções. Organizar um grupo de amigos para ajudarem todos juntos é uma ideia fantástica e uma óptima maneira de passar tempo de qualidade!
Eu própria tenciono começar a dar mais uns bocadinhos do meu tempo ao voluntariado, já que não sou muito adepta de chats nem de redes sociais.
Ajudei no Banco Alimentar, fiz apenas a minha parte.
Só mais uma coisinha:
O meu namorado também participou, e ver o entusiasmo na cara dele, entusiasmou-me mais ainda e enquanto me lembrar do brilho daqueles olhos a salvar o Mundo, vou ser sempre muito feliz e orgulhosa do Bom Homem com quem tenho o prazer de partilhar a cama algumas noites. ;)
quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Programar férias é das coisas mais deliciosas de se fazer!
Pesquisar voos, hotéis, transfers, locais a visitar, onde comer, onde sair, é como o aquecimento antes de uma actividade desportiva intensa: indispensável, estimulante e por vezes, um pouquinho cansativo!
Se o orçamento esticasse, podia dar largas à imaginação, mas um orçamento reduzido pode dar muita pica! Gosto de procurar como reduzir os custos sem afectar significativamente a qualidade, comparar alternativas, fazer simulações, perseguir os hot deals de hotéis! - a internet é mesmo uma ferramenta fantástica para isso!
Deixo três links úteis para quem procura hotéis baratos em qualquer parte do mundo:
http://www.hotelsearch.com
http://www.booking.com
http://pt.otel.com
Boas férias! Boas viagens!
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Cortei o mal pela raiz.
Quer dizer, não foi bem pela raiz, mas quase-quase.
Estou a falar daquela "bonita" marca do passar dos anos: o meu primeiro cabelo branco.
Pois é, identifiquei-o há pouco mais de um ano, e depois de mim várias pessoas o identificaram.
Exibia-se cheio de personalidade entre a área da franja e a restante cabeleira, dando nas vistas sempre que prendia o cabelo.
Cansei-me de o encarar como um sinal de maturidade e zás! Lá se foi.
Há quem diga que por cada cabelo branco cortado nascem 7 novos.
Fica aqui o aviso, senhores cabelos brancos:
Se começam a armar-se em espertos e a resolver aparecer, bem que vos pinto!
Era o que faltava!
Quer dizer, não foi bem pela raiz, mas quase-quase.
Estou a falar daquela "bonita" marca do passar dos anos: o meu primeiro cabelo branco.
Pois é, identifiquei-o há pouco mais de um ano, e depois de mim várias pessoas o identificaram.
Exibia-se cheio de personalidade entre a área da franja e a restante cabeleira, dando nas vistas sempre que prendia o cabelo.
Cansei-me de o encarar como um sinal de maturidade e zás! Lá se foi.
Há quem diga que por cada cabelo branco cortado nascem 7 novos.
Fica aqui o aviso, senhores cabelos brancos:
Se começam a armar-se em espertos e a resolver aparecer, bem que vos pinto!
Era o que faltava!
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Gosto de casamentos.
A celebração mais ou menos folclórica do amor, faz todo o sentido.
Afinal, festejam-se tantas coisas, porque não, festejar o momento em que assumimos publicamente que aquela pessoa que está connosco será o nosso companheiro para a vida?
Para os noivos, além de ser, normalmente, um dia muito feliz é também um dia carregado de pressões (além dos dias que lhe antecedem). Regra geral, o casal investe tanto naquele acontecimento, que acaba por sofrer imenso com a insegurança de que alguma coisa fuja do seu controlo.
Já para os convidados é impecável: vestidos novos, comes e bebes abundantes, palmadinhas nas costas e lágrimas emocionadas.
E despedidas de solteiro e muitas histórias para contar! (ou então não!) ;P
Acima de tudo, os casamentos inspiram-me!
E amanhã será o primeiro a que vou com o meu querido par.
A celebração mais ou menos folclórica do amor, faz todo o sentido.
Afinal, festejam-se tantas coisas, porque não, festejar o momento em que assumimos publicamente que aquela pessoa que está connosco será o nosso companheiro para a vida?
Para os noivos, além de ser, normalmente, um dia muito feliz é também um dia carregado de pressões (além dos dias que lhe antecedem). Regra geral, o casal investe tanto naquele acontecimento, que acaba por sofrer imenso com a insegurança de que alguma coisa fuja do seu controlo.
Já para os convidados é impecável: vestidos novos, comes e bebes abundantes, palmadinhas nas costas e lágrimas emocionadas.
E despedidas de solteiro e muitas histórias para contar! (ou então não!) ;P
Acima de tudo, os casamentos inspiram-me!
E amanhã será o primeiro a que vou com o meu querido par.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
bem, as férias lá se foram! :(
agora só em Dezembro... mas não deixa de haver fins-de-semana que podem ser celebrados como férias!
Desta vez trouxe recuerdos e muitas outras lembranças - daquelas de verdade que nos fazem querer voltar.
Adoro aquela cidade e ela também gosta de mim - tanto que não queria deixar-me ir embora! Mas essa história fica para outras vindimas...
agora só em Dezembro... mas não deixa de haver fins-de-semana que podem ser celebrados como férias!
Desta vez trouxe recuerdos e muitas outras lembranças - daquelas de verdade que nos fazem querer voltar.
Adoro aquela cidade e ela também gosta de mim - tanto que não queria deixar-me ir embora! Mas essa história fica para outras vindimas...
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Amanhã a esta hora estarei em Barcelona.
Pela segunda vez vou visitar esta cidade encantadora. Ainda não fez 2 anos que lá estive, mas tendo sido apenas 4 dias soube-me mesmo a pouco. Desta vez tenho 5 dias para ver e viver tudo o que não consegui na outra viagem.
Foi a primeira cidade (além da minha) onde eu senti que talvez pudesse viver. Ali eu sentia-me confortável e é tudo absolutamente lindo e fascinante.
Já não vejo a hora de voltar lá.
Desta vez vou trazer "recuerdos"! =)
Pela segunda vez vou visitar esta cidade encantadora. Ainda não fez 2 anos que lá estive, mas tendo sido apenas 4 dias soube-me mesmo a pouco. Desta vez tenho 5 dias para ver e viver tudo o que não consegui na outra viagem.
Foi a primeira cidade (além da minha) onde eu senti que talvez pudesse viver. Ali eu sentia-me confortável e é tudo absolutamente lindo e fascinante.
Já não vejo a hora de voltar lá.
Desta vez vou trazer "recuerdos"! =)
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Nos últimos dias, tenho descoberto o porquê de se chamar engenharia CIVIL à minha profissão. Às vezes, o principal atributo que nos é exigido é mesmo ser civilizado. Nestes dias, tive muitas ganas de desatar aos pontapés e insultos (no mínimo), mas como sou civilizada e tenho que me comportar como tal, vou ao ginásio cansar-me até cair de sono.
Há gente muito cretina.
Há gente muito cretina.
terça-feira, 16 de junho de 2009
"Pisemos a pista
é bom que se insista
dancemos no mundo"
Adoro a nossa persistência; é que vale mesmo a pena! Não temos muito jeito, suponho. Mas as conquistas fazem-nos felizes. Depois de nos conquistarmos um ao outro, chega a hora de travar novas batalhas, e o sabor da vitória sabe tão beeeeeeemm!
Os apaixonados dançam sempre bem. Se acharem que não, é porque os observam no referencial errado.
Um dia destes ainda te convenço a aprendermos mais. Torna-nos mais cúmplices, e no dia em que formos mesmo hábeis, poderei confirmar uma velha teoria. ;)
é bom que se insista
dancemos no mundo"
Adoro a nossa persistência; é que vale mesmo a pena! Não temos muito jeito, suponho. Mas as conquistas fazem-nos felizes. Depois de nos conquistarmos um ao outro, chega a hora de travar novas batalhas, e o sabor da vitória sabe tão beeeeeeemm!
Os apaixonados dançam sempre bem. Se acharem que não, é porque os observam no referencial errado.
Um dia destes ainda te convenço a aprendermos mais. Torna-nos mais cúmplices, e no dia em que formos mesmo hábeis, poderei confirmar uma velha teoria. ;)
sexta-feira, 5 de junho de 2009
terça-feira, 19 de maio de 2009
Fantástico
Hoje no programa "30 minutos" tomei conhecimento de um grupo de dança fantástico.
Fantástico porque não se trata apenas de um grupo artístico, mas de um projecto absolutamente visionário.
O projecto de que falo chama-se "Dançando com a diferença" e reúne artistas "diferentes" e outros mais "iguais".
Neste caso, a dança funciona como um factor de inclusão, melhorando a auto-estima dos artistas.
Na minha opinião, além da satisfação dos artistas, vem a fascinação do público pela forma como algumas limitações podem ser superadas, ou melhor, vencidas!
O grupo é madeirense e esteve na bonita Casa da Música! =)
Quando fui a correr ver se ainda estavam, verificou-se o infortúnio: já não estão. :(
De qualquer maneira, meus senhores, tiro-vos o chapéu. (E ficarei atenta a uma próxima oportunidade de vos ver de perto!)
Fantástico porque não se trata apenas de um grupo artístico, mas de um projecto absolutamente visionário.
O projecto de que falo chama-se "Dançando com a diferença" e reúne artistas "diferentes" e outros mais "iguais".
Neste caso, a dança funciona como um factor de inclusão, melhorando a auto-estima dos artistas.
Na minha opinião, além da satisfação dos artistas, vem a fascinação do público pela forma como algumas limitações podem ser superadas, ou melhor, vencidas!
O grupo é madeirense e esteve na bonita Casa da Música! =)
Quando fui a correr ver se ainda estavam, verificou-se o infortúnio: já não estão. :(
De qualquer maneira, meus senhores, tiro-vos o chapéu. (E ficarei atenta a uma próxima oportunidade de vos ver de perto!)
sábado, 2 de maio de 2009
O traje
Hoje é um dia importante na minha vida.
Há 6 anos atrás estava a trajar-me pela primeira vez para a minha primeira Monumental Serenata.
Hoje será a última vez que orgulhosamente irei vestir o meu traje.
Hoje tenho as emoções à flor da pele, tudo tem sabor a passado - um passado muito querido.
Ao chegar esta manhã à FEUP, deparei-me com um grupo de rapazes a ensaiar a Balada do 5º ano Jurídico de 1989. Não consigo resistir a esta música e nestes últimos tempos menos ainda. Fiquei ali quieta a ouvi-los e a conter as emoções.
Há caloiros trajados por todo o lado. As miúdas queixam-se dos sapatos que magoam, das meias que rasgam com facilidade, do calor que hoje está.
Benvindos! Que gostem sempre de se trajar como eu sempre gostei, como eu ainda gosto, que HONREM o vosso traje, e que quando chegar a vossa altura de deixarem de trajar que tenham a mesma certeza que hoje eu tenho: a de ter feito tudo o que quis.
Há 6 anos atrás estava a trajar-me pela primeira vez para a minha primeira Monumental Serenata.
Hoje será a última vez que orgulhosamente irei vestir o meu traje.
Hoje tenho as emoções à flor da pele, tudo tem sabor a passado - um passado muito querido.
Ao chegar esta manhã à FEUP, deparei-me com um grupo de rapazes a ensaiar a Balada do 5º ano Jurídico de 1989. Não consigo resistir a esta música e nestes últimos tempos menos ainda. Fiquei ali quieta a ouvi-los e a conter as emoções.
Há caloiros trajados por todo o lado. As miúdas queixam-se dos sapatos que magoam, das meias que rasgam com facilidade, do calor que hoje está.
Benvindos! Que gostem sempre de se trajar como eu sempre gostei, como eu ainda gosto, que HONREM o vosso traje, e que quando chegar a vossa altura de deixarem de trajar que tenham a mesma certeza que hoje eu tenho: a de ter feito tudo o que quis.
domingo, 15 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Como é que são os votos dos noivos na igreja?
"Prometo amar-te e respeitar-te, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, todos os dias da minha vida"?
Se tudo isto são coisas que mesmo na fase da paixão, por vezes, não são fáceis de cumprir, que fará 40 anos depois?
Um dia a relação pode correr mal, cada um pode começar a divergir em relação ao outro, pode aparecer um novo amor mais forte, pode acontecer tanta coisa!... Mas a promessa fica.
Promessas que se fazem, pedindo a atenção divina, merecem cuidados especiais. Mas no fundo, quantos de nós serão capazes de continuar a amar e respeitar, nas condições supracitadas, quando o amor acaba?
Já agora, ocorre-me outra questão: quantas pessoas são capazes de manter uma relação em que a sua cara-metade, continua a amar e respeitar o seu ex?
Provavelmente, mais dia menos dia, a pessoa em causa ia ter um dia que não lhe ia correr muito bem.
Enfim, o mundo está cheio de injustiças para quem é sério e faz os possíveis para cumprir o prometido.
"Prometo amar-te e respeitar-te, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, todos os dias da minha vida"?
Se tudo isto são coisas que mesmo na fase da paixão, por vezes, não são fáceis de cumprir, que fará 40 anos depois?
Um dia a relação pode correr mal, cada um pode começar a divergir em relação ao outro, pode aparecer um novo amor mais forte, pode acontecer tanta coisa!... Mas a promessa fica.
Promessas que se fazem, pedindo a atenção divina, merecem cuidados especiais. Mas no fundo, quantos de nós serão capazes de continuar a amar e respeitar, nas condições supracitadas, quando o amor acaba?
Já agora, ocorre-me outra questão: quantas pessoas são capazes de manter uma relação em que a sua cara-metade, continua a amar e respeitar o seu ex?
Provavelmente, mais dia menos dia, a pessoa em causa ia ter um dia que não lhe ia correr muito bem.
Enfim, o mundo está cheio de injustiças para quem é sério e faz os possíveis para cumprir o prometido.
sábado, 17 de janeiro de 2009
A poligamia
O homem é por natureza um ser poligâmico. Ouvi isto outro dia num programa da rádio, e já tinha ouvido muitas outras vezes. A sociedade, a civilização, a religião ou o rolo da massa nas mãos da mulher (as teorias são variadas)é que o fizeram monogâmico.
Há pessoas por quem nos apaixonamos, pessoas que nos fascinam, que fazem parte da nossa vida, que são os nossos amigos. Para mim, essas pessoas são um eventual escape ao impulso da natureza, e por isso muito importantes para o equilíbrio de uma relação monogâmica.
Quem precisa de dar facadinhas, quando vive uma relação feliz de exclusividade, e simultaneamente, convive com outras pessoas partilhando também com essas, relações de afecto?
Há pessoas por quem nos apaixonamos, pessoas que nos fascinam, que fazem parte da nossa vida, que são os nossos amigos. Para mim, essas pessoas são um eventual escape ao impulso da natureza, e por isso muito importantes para o equilíbrio de uma relação monogâmica.
Quem precisa de dar facadinhas, quando vive uma relação feliz de exclusividade, e simultaneamente, convive com outras pessoas partilhando também com essas, relações de afecto?
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Monopólio

Quando era pequena este era o meu jogo preferido. Gostava das notas e dos negócios que se faziam.
Mesmo sendo apenas um jogo de tabuleiro (à velha moda antiga), ocupava horas às crianças da minha geração. Havia várias maneiras de o jogar, o que causava diversos conflitos. Eu e a minha irmã normalmente seguíamos um código de conduta e respeito por tradições. A minha irmã comprava sempre os mesmos grupos e eu também tinha os meus. Não comprávamos os lugares uma da outra, sob pena de sermos acusadas de traição!
Também era muito difícil meter casas e hotéis porque tínhamos que ter o grupo completo. Havia amigos nossos que jogavam de forma a poderem meter hotéis em qualquer rua que tivessem, mesmo sem ter o grupo, o que nos levava o dinheiro todo muito rápido! E deixava uma enorme sensação de burla!
Os negócios não são mais que um jogo. Neste momento, o dinheiro, aqueles pedaços de papel, valem muitíssimo.
Quando se deixou de comercializar pelas feiras francas e começou a usar-se as moedas, julgo que o intuito tenha sido tornar as trocas mais justas.
Hoje em dia, quanto vale um pedaço de papel de quê? 60cm^2?
sábado, 3 de janeiro de 2009
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
No último post digo que 2008 correu muito bem, e de um ponto de vista muito pessoal é verdade.
No entanto, encontro-me numa situação em que vejo muita coisa a correr mal à minha volta; pessoas que me são muito chegadas em situações difíceis, e eu sem saber como resolver.
Não estou habituada a este sentimento de impotência, e detesto-o.
Por todo o lado ouve-se falar de crise financeira, e por fim, é uma crise internacional. Fala-se em despedimentos, pobreza, decréscimo do nível de vida... contra a minha natureza, começo o ano muito pessimista.
Duvido que este que começa seja melhor que o que passou.
Que Deus nos ajude.
No entanto, encontro-me numa situação em que vejo muita coisa a correr mal à minha volta; pessoas que me são muito chegadas em situações difíceis, e eu sem saber como resolver.
Não estou habituada a este sentimento de impotência, e detesto-o.
Por todo o lado ouve-se falar de crise financeira, e por fim, é uma crise internacional. Fala-se em despedimentos, pobreza, decréscimo do nível de vida... contra a minha natureza, começo o ano muito pessimista.
Duvido que este que começa seja melhor que o que passou.
Que Deus nos ajude.
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Saltarei sempre de costas: o importante é ter uma boa rede.
